Sugestões para quem quer praticar Yoga

Estas são sugestões para todos os praticantes, mas principalmente para quem está a começar. Servem para garantir que vai ter um bom aproveitamento das suas aulas e vai praticar com segurança.

 

  • Conheça o seu estado de saúde antes de iniciar a prática. Consulte um médico se for necessário. É importante comunicar ao instrutor se já teve alguma lesão, ou se tem algum problema de saúde.

 

  • É importante que experimente várias aulas diferentes, antes de decidir a que vai escolher. Hoje em dia estão disponíveis muitas modalidades de Yoga. O mundo do Yoga é quase como uma pastelaria, quando entramos vemos dezenas de bolos, todos muito diferentes tanto visualmente, como em termos de sabor e até quantidade de calorias. E de certeza que não gostamos de todos, temos os nossos favoritos e aqueles que jamais queremos. Com o Yoga acontece a mesma coisa, são todos diferentes e dificilmente vamos gostar de tudo. Mesmo eu que já sou instrutora há 15 anos, não gosto de todas as modalidades. Sou apaixonada por alguns tipos de prática, mas há muitos que não me dizem nada e sinto que não têm qualquer efeito sobre mim. Por isso, recomendo que faça a sua escolha baseada no que sentiu e experienciou durante e depois da aula. Isso é mais importante que fazer a modalidade da moda, ou a aula ao lado de casa. Afinal, se vamos fazer um investimento quer de tempo, quer financeiro é importante que haja algum retorno.

 

  • Pratique pelo menos duas vezes por semana. Menos que isso, não trará grandes efeitos nem progresso.

 

  • Escolha uma roupa simples, que lhe permita liberdade total de movimentos. O ideal é praticar sem meias, para maior estabilidade. Liberte-se do relógio, pulseiras e colares.

 

  • Dê o seu melhor em cada prática. Não se esforce demais, não se esforce de menos. Aprenda a ouvir o corpo e a respeitar os seus limites. Esta é a melhor receita para o sucesso da sua prática.

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Dia Aberto :: Yôga & Meditação

Yôga & Meditação – A tua primeira experiência

A Casa do Yôga está a organizar um dia aberto inteiramente dedicado a quem nunca praticou Yôga & Meditação e deseja conhecer o nosso trabalho na área.

Programa:
9h50 Recepção dos participantes
10h00 Aula de Yôga para crianças dos 6 aos 12 anos.

16h00 Recepção dos participantes
16h30 Prática de Yôga & meditação (adultos)
17h30 Ritual do chá
17h45 Yôga para famílias
18h30 Encerramento

O dia aberto é gratuito, no entanto é necessária inscrição para reservar vaga. Poderá inscrever-se em uma ou várias actividades.

Inscrições: escola@yogabraga.com ou 938 321 482

Yôga para crianças dos 6 aos 12 anos

O Yôga para crianças, aborda vários elementos do Yôga tais com técnicas corporais, respiratórias, descontração, meditação e visualizações criativas adaptadas às crianças que têm repercussões positivas tanto a nível físico, como mental e emocional.
A prática regular promove o relaxamento e a concentração, estimula a coordenação motora, a flexibilidade e força muscular, desenvolve bons padrões respiratórios auxiliando no combate da ansiedade e do stress e incentiva a consciência grupal e cooperação.


Prática de Yôga & Meditação (adultos)

É uma aula especialmente preparada para quem nunca praticou Yôga & Meditação. Nesta aula de 55 minutos vão poder conhecer as seguintes técnicas:

– exercícios respiratórios
– técnicas de limpeza orgânica
– técnicas corporais
– exercícios de descontração
– exercícios de preparação para a meditação

Ritual do Chá
O ritual do chá é algo que faz parte do nosso espaço há já muitos anos. É o momento para saborear um chá ou um chai (chá indiano de especiarias), mas é principalmente um momento de partilha da nossa aprendizagem e evolução nesta maravilhosa viagem de auto-descoberta que é o Yôga.

Yôga para famílias (um adulto e uma criança dos 6 aos 12 anos)

Aula especial para famílias, onde um adulto e uma criança executam técnicas de Yôga em dupla que estimulam a união e a confiança entre ambos, enquanto aprendem a respirar melhor, a desenvolver um corpo mais forte, flexível e saudável. Um verdadeiro momento de partilha, amor e diversão.

Diário de Prática – I

O Natal está aí, depois o Ano Novo, muitas festas, jantares, convívios, comida,…, enfim muita correria.

Neste altura é importante mantermos um tempo para nós, nem que seja apenas um minuto por dia!

Reserva uns minutos hoje para reflectir. Desliga tudo, o telefone, a TV,  o teu laptop – e observar-te – os teus desejos, os teus comportamentos, as tuas reacções. Pode ser em cima do teu tapete de Yôga, numa caminhada na natureza, ou a escrever no teu diário de prática. Este momento de auto-estudo é o que  tradicionalmente no Yôga  chamamos de swádhyáya. Embora possa parecer muito difícil ser um observador neutro e imparcial de si mesmo, também pode ser muito gratificante, pois pode levar a uma compreensão mais profunda de nossas motivações, insights para nosso dia-a-dia ou clareza para o nosso propósito.

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E claro, durante a tua prática de Yôga, o auto-estudo é fundamental.

Vive. Respira. Pratica Yôga!

Caminhadas que valem a Pena

É bom ter férias, mas é ainda melhor não temer o fim delas. Adoro o que faço e, por isso, estou desejosa de voltar ao convívio com os meus alunos, às aulas e às actividades que tanto prazer me dão. A todos os que se sentam na minha frente eu só posso agradecer por partilharem comigo esta fascinante caminhada de auto -descoberta e transformação pessoal que é o Yôga.

No dia 31 de Agosto, na Casa do Yôga, voltamos ao horário completo, que podem consultar aqui –> Horários 

Em quanto não nos encontramos na sala de práticas, deixo-vos um cheirinho das minhas férias!

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Palácio de Monserrate, em Sintra. Sem dúvida um dos lugares mais bonitos que visitei. Os jardins são deslumbrantes!

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O Castelo dos Mouros, o Palácio Nacional de Sintra, a famosa Piriquita, onde se podem degustar as queijadas e os travesseiros de Sintra. As ruas do centro histórico estão cheias de chalets lindíssimos, vale a pena passear de charret ou então no eléctrico que liga Sinta à Praia das Maçãs (sem dúvida um dos passeios mais lindos e românticos que já vi) . Outra coisa que é diga de nota, são as fontes de água, a mais conhecida e fotografada é a Fonte Mourisca, que fica na famosa Volta do Duche.

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O parque e o Palácio da Pena e a Quinta da Regaleira. Estes foram sem dúvida os passeios mais interessantes e mágicos!

O Parque da Pena é um imenso cenário construído, em que milhares de espécies vegetais são complementadas por construções singulares, compondo caminhos que levam a um Palácio sublime que inspirou as celebres palavras de Richard Strass:

“Hoje é o dia mais feliz da minha vida. Conheço a Itália, a Sicília, a Grécia e o Egipto e nunca vi nada que valha a Pena. É a coisa mais bela que tenho visto. Este é o verdadeiro jardim de Klingsor. E, lá no alto, está o castelo do Santo Graal.”

O Palácio da Pena é lindo, sem dúvida. Mas o que me interessava mesmo era o parque. A verdadeira caminhada de descoberta!

Na Pena, aquele que a isso se dispuser pode aí iniciar uma travessia simbólica que propõe a aquisição do conhecimento do ser mais profundo, uma religação com os segredos da perfeição perdida, origem e destino da humanidade.

O passeio pelo parque da Pena é uma caminhada na senda dos símbolos secretos devidamente escondidos à vista de toda a gente!

Logo à entrada do parque, a imagem singular de uma árvore que se reflecte na superfície das águas, sugere o arquétipo da árvore do jardim do Éden, a árvore do conhecimento do bem e do mal em cujas raízes cresce em reflexo, a árvore da vida. É um eixo do mundo que liga a terra e o céu. Um símbolo dos fluxos eternos que unem o que está no alto com o que está em baixo. Por esse motivo diversas tradições esotéricas consideram a árvore como o modelo da criação, cujo conhecimento revela um mapa do cosmos.

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Na foto, a árvore da vida, que podem encontrar no livro Chakras e Kundaliní, do mestre DeRose.

Na Quinta da Regaleira, o palácio é rodeado por jardins, lagos, grutas e construções enigmáticas, lugares que ocultam significados alquímicos.

Um dos objectivos da Alquimia, seria a transformação de metais em ouro. Acredita-se que essa ideia esteja directamente ligada a uma metáfora  de mudança de consciência. A pedra representaria a mente “ignorante” que é transformada em “ouro”, ou seja, “sabedoria”.

Para quem tem interesse em desenvolvimento pessoal, auto-conhecimento, estas são sem dúvida caminhadas que valem a pena! (agora sem trocadilho 😉 )

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E depois muita praia, sol e banhos de mar.

Em Sintra, vale a pena conhecer Azenhas do Mar, um praia pequenina, mas muito charmosa que costuma aparecer no top das mais bonitas de Portugal. Depois há a praia da Adraga, outra pequena pérola e a praia da Ursa,que é mesmo o tipo de praia que eu gosto, com pouca ou nenhuma intervenção humana, quase selvagem e só para quem tem espírito de aventura. Ainda houve tempo para uns dias em Peniche, onde as praias são óptimas sempre cheias de surfistas, o cabo carvoeiro é o lugar perfeito para fugir do calor  e claro, as Berlengas.

O Yôga e o sânscrito

Numa aula de Ballet é comum ouvir termos em francês: allongé, plié, pas…Já numa aula de Karaté vamos ouvir japonês: ippon kumite, kata, sensei.

E no Yôga? No Yôga usamos o sânscrito. O sânscrito é uma das línguas mais antigas do ramo indo-europeu, é comparável ao latim e ao grego clássico e influenciou diversas línguas.

Assim quando, numa aula de Yôga, ouvires as palavras mantra, ásana, japa, pránáyáma etc. , já sabes, é sânscrito!

IMG_20150814_174307_BURST001_COVERNa foto, um pedacinho do Léxico de Filosofía Hindú, de Francisco Kastberger, Editorial Kier.

 

As palavras sânscritas terminadas em a são geralmente masculinas. Por exemplo: Shiva, Brahma, Krishna (são nomes masculinos).

Yôga é um termo masculino, logo deve dizer-se “o Yôga” e jamais “a Yôga” como é comum ver por aí.

Já as palavras femininas, geralmente, terminam em í, com acento. Por exemplo: Kálí, Dêví, Shaktí, Lakshmí, etc

Quando se escreve o sânscrito em caracteres latinos, chama-se transliteração.

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Na foto, a palavra Yôga, antes da transliteração.

 

Quando começamos a praticar, as palavras soam estranhas, mas com o tempo conseguimos memorizar e pronunciar correctamente cada uma, bem com saber a que técnica correspondem.

Porque é que é importante memorizar estas palavras? Porque assim, tão logo o instrutor pronuncie a palavra na aula, já sabes o que significa e começas logo a fazer e a vivenciar a técnica que o instrutor indicou, caso contrário tens de ficar à espera de toda a explicação que vai ser dada.

Robert Sturman – o fotógrafo do Yôga

Na Casa do Yôga, acabamos de lançar um concurso de fotografia (termina a 30 de Setembro).

Entretanto, sugiro-vos uma visita ao fantástico site do fotógrafo Robert Sturman.

Robert Sturman, é ele próprio um praticante de Yôga dedicado. No seu reportório podem encontrar fotos de yôgins na praia, ou orfãos africanos que praticam Yôga no Quénia, e até sobreviventes do cancro da mama, de peito nu e cheio de cicatrizes.

As fotos de Sturman, seja elas nas ruas de Manhattan, nas praias de Malibu, na beleza intemporal de Nova Inglaterra, ou na desolação na prisão de San Quentin, lembram-mos que há beleza em toda a parte.

Apreciem!

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