O Yôga e o sânscrito

Numa aula de Ballet é comum ouvir termos em francês: allongé, plié, pas…Já numa aula de Karaté vamos ouvir japonês: ippon kumite, kata, sensei.

E no Yôga? No Yôga usamos o sânscrito. O sânscrito é uma das línguas mais antigas do ramo indo-europeu, é comparável ao latim e ao grego clássico e influenciou diversas línguas.

Assim quando, numa aula de Yôga, ouvires as palavras mantra, ásana, japa, pránáyáma etc. , já sabes, é sânscrito!

IMG_20150814_174307_BURST001_COVERNa foto, um pedacinho do Léxico de Filosofía Hindú, de Francisco Kastberger, Editorial Kier.

 

As palavras sânscritas terminadas em a são geralmente masculinas. Por exemplo: Shiva, Brahma, Krishna (são nomes masculinos).

Yôga é um termo masculino, logo deve dizer-se “o Yôga” e jamais “a Yôga” como é comum ver por aí.

Já as palavras femininas, geralmente, terminam em í, com acento. Por exemplo: Kálí, Dêví, Shaktí, Lakshmí, etc

Quando se escreve o sânscrito em caracteres latinos, chama-se transliteração.

sanscrito yoga (1)

Na foto, a palavra Yôga, antes da transliteração.

 

Quando começamos a praticar, as palavras soam estranhas, mas com o tempo conseguimos memorizar e pronunciar correctamente cada uma, bem com saber a que técnica correspondem.

Porque é que é importante memorizar estas palavras? Porque assim, tão logo o instrutor pronuncie a palavra na aula, já sabes o que significa e começas logo a fazer e a vivenciar a técnica que o instrutor indicou, caso contrário tens de ficar à espera de toda a explicação que vai ser dada.

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